quinta-feira, 16 de julho de 2009

Velha aventura

Já lá vão uns bons 6 anos..
No dia do meu aniversário, dia de semana, combinei ir ter a casa da minha namorada na altura, logo após o almoço para irmos ate a centro da cidade.
Chego a casa dela por volta das 14h, toco a campainha e ela vem a porta em robe, diz que posso subir pois estava sozinha. Ela morava com os pais, a mãe estava a trabalhar mas o pai estava desempregado no momento. Havia aquele risco de ele chegar a casa a qualquer momento. Mesmo assim resolvi subir.
Quando entro em casa, ela vai directa para o quarto para se arranjar e sair-mos. Espalha creme nas pernas e o robe vai subindo ate que tira o robe. Nesse momento fiquei sego com aquela visão, subiu-me uns calores e não resisti, agarrei-a por traz. Beijei-lhe as costas, agarrei-lhe os cabelos, as minhas mãos percorriam o corpo dela, desde o pescoço passando pelos seios seguindo pela barriga ate que dava a volta sobre a vagina com uma leve fricção.
O clima estava a ficar quente, pedia para parar, mas com aquela voz de quem quer mais. E assim foi, virei-a e beijamo-nos loucamente. Fui tirando a roupa dela aos poucos, suavemente beijando o pescoço ate atingir os seios, onde me deliciei com os seus mamilos hirtos, enquanto isto com uma mão fui masturbando o clítoris, ate que já estava bem lubrificada, ela desapertou-me as calças e foi massajando o meu pénis, não foi preciso muito, pois eu já estava hirto e firme. Assim foi, passado pouco tempo já estava ela deitada, com os lábios vaginais e toda a sua vagina bem húmida a espera que a possui-se, foi só pedir, penetrei-a com muito prazer, ao final de algumas estucadas bem dadas, ela já estava a cair da cama, foi mote para trocar de posição. Como a cama dela era baixa e eu não tinha tirado a calças não dava jeito para ajoelhar, então quem ajoelhou (vai ter que rezar, hehe) foi ela em cima da cama, de costas, ai que cansana maravilhosa. Enquanto a penetrava ia masturbando o clítoris com uma mão, a outra brincava com os seios e ia beijando as costas, ate que ela se vem no meio de gemidos de prazer e cai prostrada na cama, o que veio mesmo a calhar pois eu também me vim logo de seguida, mas para não sujar nada segurei com a mão para que nada sai-se e deixa-se vestígios.
Saímos do quarto muito contentes em direcção a casa de banho, quando vou a passar perto do hall da entrada olho para a porta que tinha um vidro fosco e vejo um vulto do lado de fora a tentar meter umas chaves, era o pai dela, (hihihih), toca a correr para a casa de banho, eu a frente, entrei na casa de banho as escuras, ela como estava de robe ficou para traz e falou com o pai, eu no meio da escuridão as apalpadelas a tudo para tentar descobrir onde era a sanita e com todo o cuidado para não fazer barulho. Depois de aliviado e o material guardado continuei naquela escuridão a escuta, ouvia falar com o pai nas calmas como se nada se estivesse a passar. Não sei como e que ela conseguiu manter tanta calma. Eu cheio de stress ate que ela entra na casa de banho, ai estivemos um bom bocado, já não sabia onde me meter. Ela saiu, foi ajudar o pai a preencher um impresso para entregar nos correios, sempre muito calma. O pai lá saiu para ir aos correios..
Saímos de casa e seguimos o nosso caminho, mas só no carro e que ela explodiu e mostrou todo o nervosismo que tinha guardado. Nunca mais voltamos a fazer sexo em casa dos pais dela. Foi por um triz..

2 comentários:

  1. ai ai ai...já passei por uma bem parecida,e que loucura que foi.

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  2. A adrenalina nesses momentos sobe... é muito stress mas acaba por ser recompensador.

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